sábado, 26 de março de 2011

Metal Contra as Nuvens é a maior música da Legião Urbana, com duração máxima de 11'28". Lançada originalmente em 1991, no disco V, a música ganhou várias versões, sendo gravada posteriormente no Acústico MTV (1992), e depois no famoso show Como é que se diz eu te amo (1994).
Ela tem também uma característica muito interessante: diferentemente dos padrões de música seguidos pela Legião Urbana, Metal Contra as Nuvens tem uma variação melódica muito grande. O seu início calmo é seguido por um meio de muita guitarra e bateria, sucedido por um final mais doce, igual ao do início. É uma das poucas músicas da banda que possui um refrão.

Deve ser por isso que eu gosto tanto e a elegi como meu tema, varia assim como eu e tudo nessa vida!!! hahaha...



Não sou escravo de ninguém
Ninguém, senhor do meu domínio
Sei o que devo defender
E, por valor eu tenho
E temo o que agora se desfaz.
[...]
Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão.
[...]
Não me entrego sem lutar
Tenho, ainda, coração
Não aprendi a me render
Que caia o inimigo então.
[...]
- Tudo passa, tudo passará...
E nossa história não estará pelo avesso
Assim, sem final feliz.
Teremos coisas bonitas pra contar.
[...]
E até lá, vamos viver
Temos muito ainda por fazer
Não olhe pra trás
Apenas começamos.
O mundo começa agora
Apenas começamos.

[Metal Contra as Nuvens - Legião Urbana]

segunda-feira, 21 de março de 2011

À uma amiga, que insiste em me chamar de louca!!

 Você não cansa? Está magoada. Mas... Ainda?
Com o que?
Eu? Eu existo...
Sei que é difícil você esquecer, mas me difamando, talvez consiga convencer algumas cabeças fracas da mentira que inventou que só um tolo não percebe: são para convencer a você mesma. Oh, como sou má!“I’ll be your mirror?”
Eu? Só me lembro de você quando alguém toca no assunto. O que de fato me ocorre neste momento.
Penso... Se continuar me supervalorizando assim vou começar a acreditar que sou realmente tanto quanto dizem e deixar de falsa modéstia. Começarei, a partir de agora, a cultivar o ibope que continua a me dar mesmo eu te ignorando...
Não sei bem o que me move a escrever essas poucas palavras infames. Em vão,eu bem sei! Preocupo-me ainda até com o que e quem não deveria... Considere este momento como... Um vômito.
Na verdade achei que já estivesse feliz com o que conseguiu. Animei-me com essa possibilidade. Assim, poderia deixar de espalhar intrigas sem razão de ser e de se esconder em seu mundinho achando que eu tenho motivos para vasculha-lo.
Oh, que infortúnio é sua vida! Não é mesmo? Não teve a mesma sorte de uma família feliz.
Faltou apoio dos que deveriam ter te amado. Não foi? Imagino que sim, pois você se contenta com migalhas...
Quero-te muito bem, saiba. Torço que um dia tenha a mesma, ou ainda, mais que a minha sorte!
Para que possa saber o que realmente é ser feliz.
Espero que tenha a mesma sorte dos amores que cativo, das boas energias que aproximo, das verdades da minha vida que só eu sei, das mentiras que cedo ou tarde eu desmascaro dentro de mim - mentiras sinceras que todo ser humano cultiva, mas que, ressalto: só a mim interessam. Desmascaro-as pra que eu continue caminhando em paz.
Também te desejo um pouco das vitórias que conquisto sinto-me mal, às vezes, por ter tanto.
Mereço? Devo ter merecido em algum momento. Mas você também.
Não se preocupe tanto comigo, das perdas e dos erros só desejo a regeneração e o fortalecimento.
Eu não desejo o mesmo que me desejas, querida amiga!
Eu desejo que consiga um dia ser realmente feliz! E mais que isso, que consiga finalmente entender que um dia se perde, no outro se ganha. Portanto, não se incomode tanto comigo.
E entenda de uma vez por todas eu não quero brincar de cabo de guerra... Quero que você se contente com o que conseguiu e faça bom proveito.
Como diria uma super amiga, que bem sei não gosta muito de você: Simples Assim.

[Escrevi esse texto em 2008 para uma garota sem noção que vivia tentanto me difamar, nem sei se algum dia ela leu isso, mas o fato é que nunca mais a tal garota conseguiu me encarar, pelo contrário chegou a dar piti ao ter que dividir o mesmo espaço comigo!! Agora decidi publicar novamente o texto, mas é em homenagem a uma amiga de verdade que também está passando por situação de difamação... Espero que goste Zéza!!] 

sábado, 5 de março de 2011

Trocando em Miudos
[Maria Bethania]



...Uma saideira, muita saudade
E a leve impressão de que já vou tarde...

Sem fazer alarde : (

terça-feira, 1 de março de 2011


Se tem um sentimento que me incomoda é essa tal de ansiedade. E nesses últimos dias uma ansiedade exasperada vem tomando conta de mim, me corroendo minuto a minuto. É o silencio que me assusta! Eu sei ele é necessário... Mas chateia. Deve ser aquele tal de tempo. Aquele que sempre me persegue pedindo calma, tranqüilidade e paciência. Sim, as previsões são as melhores, há tempos não me deparava com tão boas perspectivas e embora eu perceba as coisas acontecendo, tudo ainda me parece tão remoto! Eu estou com pressa, com sede com fome demais. Eu só queria que alguém me desse certeza que vai ficar tudo bem, sabe? Porque esta incerteza toda tem me deixado extremamente desnorteada. Acho que é medo, porque já fui muito ferida e não quero mais nem cogitar a possibilidade de suportar um pouco mais de dor. Eu não quero, eu não vou mais sentir dor... E no meio disso tudo uma saudade, uma saudade avassaladora... De você. Não sei por que você me abandona assim, por favor, não me deixe tão sozinha nesta fase. Não que tenha me faltado companhia, mas em algum momento o abraço, o aconchego e o colo terminam porque as pessoas não têm todo o tempo do mundo e precisam cuidar de suas vidas. E eu com essa minha carência sem fim e meus medos sem fundamento fico aqui perdida sem saber pra onde ir, encolhida no meu canto até que alguém venha me amparar novamente. E às vezes esse amparo é tão moroso por causa da minha necessidade sempre tão urgente de tudo. Eu preciso de você e de paz. Mas por não querer sufocar ninguém, fico aqui, sufocada.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Descobri que em tempos de guerra o peito se cala, mas na poesia jamais emudece...

(Parafraseando Marla de Queiroz)

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

O que são dias, meses ou anos diante da eternidade?
Nossa, que pergunta maluca!!!!
 Pois é... Mas você já esteve diante de alguém que nunca havia visto e teve a sensação de que não era a primeira vez e mais que isso sentiu que a conhece há muito tempo? Já teve essa impressão?
É... Parece raro, mas acontece! E quando acontece aqueles que acreditam em reencarnação chamam de reencontro de almas e os que não acreditam chamam de afinidade, pois a afinidade é um dos poucos sentimentos que resistem ao tempo e ao depois.
A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos e o mais independente também.
Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades. Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi interrompido.
Como já disse ter afinidade pode ser raro. Mas, quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar. Porque existia antes de ver/conhecer, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixam de estar juntas.
Afinidade é ficar longe pensando a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam. É ficar conversando sem trocar palavras. É receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento.
Afinidade é sentir com. Não é sentir contra, nem sentir para, nem sentir por, nem sentir pelo.
Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo, é olhar e perceber. É mais calar do que falar, ou, quando é falar, jamais explicar: apenas afirmar.
Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças. É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas quanto das impossibilidades.
Afinidade é retomar a relação do ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação. Porque tempo e separação nunca existiram foram apenas oportunidades dadas/tiradas pela vida.

[Adaptado de Arthur da Tavola]
 
Eu adoro ter afinidade com você!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Só pra constar: Eu não gosto de clichês, não suporto frases feitas, tenho pena de quem faz uso dessas expressões idiomáticas... Gente inteligente tem idéias próprias, em geral originais e demonstra clareza ao falar/escrever, não precisa recorrer o tempo todo ao tal lugar - comum que só demonstra o seu vazio.